Novidade editorial - Colecção Ensaios

Autor: Helder da Rocha Machado/segunda-feira, 30 de maio de 2011/Categorias: Novidades editoriais

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Novidade editorial - Colecção Ensaios

A UL Editora acaba de lançar o mais recente livro intitulado "Singularidades em arquitectura e urbanismo", coordenado pelo Prof. Doutor Arqt. Mário João Alves Chaves, docente da Universidade Lusíada de Lisboa.

Título: Singularidades em arquitectura e urbanismo
Coordenação: Mário Chaves
Colecção: Ensaios
Local: Lisboa
Ano: 2011
ISBN: 978-989-640-094-1

Resumo: Singularidade no mundo, na arquitectura e no urbanismo. Nas nossas vidas.
A capacidade de reconhecimento da sua ocorrência, deveria ser em si mesma um acontecimento. A singularidade marca um ponto de transição em dois domínios, dois tempos, num ponto ou instante, e o conceito da singularidade é o ponto de viragem do presente para com o passado.
A singularidade opera sobre os conceitos da unidade e da unicidade, da idealidade e do acontecimento, na individualidade da convivência difícil do reconhecimento da novidade com o contexto dos padrões mentais onde a qualidade deve ocorrer. Estes textos diversos e distintos querem demonstrar de modo diverso a problemática da individualidade do singular, atitude perante os problemas e soluções, visões activas sobre o mundo de modo diverso e singelo. Estas atitudes são deveras activas perante a inconsequência e passividade que tende a banalizar e normalizar pensamento e acções. Num acto de contrição, as singularidades demonstradas e relatadas, acontecem pela unicidade do pensamento em torna da unidade da arquitectura que tanto nos exige e retorna. Numa forma de racionalidade, a racionalidade do entendimento; na simplicidade natural da imediatez da singularidade com que o espírito mergulha na particularidade da universalidade. De facto, é um conjunto singular este, que aspira à universalidade de entendimento.
Neste sentido da eternidade, lança-se o repto do futuro. Singular no evento, porque não nos pertence, ainda. Que futuro, para a arquitectura, a urbanidade, para as nossas vidas que aí vivem e que aí vêem. O futuro é uma determinação porque é absoluto pelo atributo. Desejamos o futuro, do mesmo modo que é inevitável. Na sua identidade abstracta, ansiamos o futuro, na sua qualidade e liberdade. Viva o futuro.

Sumário:

ficha do livro | base lusíada

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