Teoria da relatividade - 100 anos do eclipse solar da ilha do Príncipe.

Autor: Helder da Rocha Machado/sexta-feira, 24 de maio de 2019/Categorias: Eventos

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Data do evento: 27-05-2019 10:00 - 12:30 Exportar evento

Localização do Evento: Auditório 1 • Sala de Exposições - Universidade Lusíada

Evento:    Teoria da relatividade - 100 anos do eclipse solar da ilha do Príncipe.

   
Palestra:

[10H00 - Auditório 1]
  Os 100 anos do eclipse do Príncipe.
Doutor Gustavo de Araújo Rojas

NUCLIO – Núcleo Interactivo de Astronomia
CENTRA-Ciências | Centro de Astrofísica e Gravitação
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Em 2019, comemora-se o centenário da observação do eclipse solar total realizado na ilha do Príncipe que ajudou a comprovar a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein. Nesta palestra, o Doutor Gustavo de Araújo Rojas apresenta uma recapitulação dos principais eventos dessa expedição científica, seu impacto na ciência moderna e seu legado para a sociedade.

   
Exposição:

[11H15 - Sala de Exposições]
  Inauguração da mostra fotográfica sobre a ilha do Príncipe dos artistas santomenses da plataforma Cafuka – Associação Cultural:

Estanislau Neto

Nasceu em São Tomé e Príncipe, em 1970. Iniciou a sua carreira como artista plástico na década de noventa, altura em que realizou a sua primeira exposição individual no Centro de Documentação Técnico e Científica. Neste período, integrou o movimento artístico liderado pela AAPLAS – Associação dos Artistas Plásticos Santomenses, numa altura em que as artes plásticas conheceram um crescimento extraordinário em São Tomé e Príncipe. Neste contagiante ambiente artístico, participou em várias exposições a nível nacional e internacional, como a bienal de CICIBA, jornadas luso-bantu no Centro Cultural Português em São Tomé, Centro Cultural Português em Luanda, Angola, ateliê George N’Bourou-Libreville, Gabão, pintura mural na PNUD em São Tomé, e na Expo 98 em Lisboa, Portugal. Mais recentemente, integrou a exposição "As Águas e as Diásporas" no Museu da Faculdade de Ciências Naturais de Lisboa, a "África Mostra-se", e a exposição "Luta Contra a Fome" organizada pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Sempre em busca de novas experiências, tem participado em vários projectos, destacando-se as "URB's" e "África Mostra-se" com a plataforma Cafuka.

Ismael Sequeira

Nasceu em São Tomé e Príncipe, em 1969. Formado em Pintura e Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, também frequentou o mestrado em Museologia na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Fez a sua primeira aparição pública em 1979, tendo começado a expor colectivamente, com alguma regularidade desde 1986. Em 2015, participou na exposição "Porto Africano", evento integrado no festival "África Mostra-se", na Galeria Quadras Soltas, no Porto. Em 2016, participou no ciclo de exposições "Pontes de Encontro" na Galeria Comendador Ho Yin, Clube Militar de Macau, em Macau. Em 2017, integra os "Artistas Unidos Contra a Fome na CPLP", na Galeria da UCCLA, em Lisboa. Em 2018, no Centro de Exposições de Odivelas, expõe colectivamente com um grupo de artistas portugueses no projecto expositivo "Vertex". É membro fundador e coordenador de projectos artísticos e culturais da plataforma Cafuka.

Litos Silva

Nativo de São Tomé e Príncipe, Litos Silva tem participado em inúmeras exposições individuais e colectivas em São Tomé e Portugal, onde reside actualmente, bem como em vários países de África e de Europa.

Osvaldo Reis

Nasceu em São Tomé e Príncipe, em 1968. Desde há muito, graças à sua vontade, persistência e estilo característico, tornou-se uma referência das artes plásticas de São Tomé e Príncipe, sendo actualmente um artista de destaque na pintura santomense. As suas obras retratam o quotidiano de São Tomé, observado da sua casa de Santana, qual ninho de falcão tão característico das ilhas. Tem exposto individual e colectivamente com regularidade em São Tomé e Príncipe, desde 1998, e em Lisboa, desde 2005. A sua mais recente exposição individual marcou presença no projecto "Nimba Art Gallery", na Fábrica Braço da Prata, em Lisboa, em Outubro de 2018.

Valdemar Dória

Nasceu em São Tomé, em 1974. Formou-se em Pré-Impressão, pela Escola Profissional Val do Rio, em Oeiras, e frequentou o curso de Design Gráfico na Universidade Lusófona. Emigrou para Portugal, com a sua mãe, na idade pré-escolar. Estudou em Lisboa e o desenho afirmou-se na sua vida como o revelador do que haveria de ser o seu futuro. Desenhava nos cadernos de todas as disciplinas escolares. Guarda os seus cadernos de desenho o que tem feito ao longo do seu percurso criativo, e, alguns pormenores desses mesmos desenhos são reproduzidos e pintados sobre telas ou serapilheira. As composições pictóricas apresentam variados elementos sobrepostos e/ou bustos isolados. Identifica-se e representa a cultura de São Tomé e Príncipe através da ausência temporal e distanciamento geográfico. A ausência é pensada em relação ao contexto urbano lisboeta da sua vida quotidiana e nas práticas que lhe fazem relembrar o país natal. Desde 1994, expõe com regularidade, tendo em 2011 e 2012 participado na Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe, em 2013 na Galeria Quadras Soltas, no Porto e na Casa Internacional de São Tomé e Príncipe, em Lisboa, e em 2013 e 2014 na "África Mostra-se".
     
Organização:   Associação dos Estudantes do Príncipe em Portugal - MINU YIÉ

 
Data:
  27 Maio 2019
     
Hora:   10H00 - 12H30
     
Localização:
  Auditório 1 • Sala de Exposições - Universidade Lusíada

   
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