CITAD organiza conferência sobre a Quinta Braamcamp (Barreiro).

Autor: Jorge Carvalho/sexta-feira, 20 de outubro de 2017/Categorias: Notícias

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No dia 18 de Outubro de 2017, decorreu, no auditório 1 da Universidade Lusíada, uma conferência organizada pela Prof.ª Doutora Arqt.ª Maria de Fátima Silva Freire e Veiga e pelo Mestre Arqt. Paisagista Rodrigo Alves Dias, subordinada ao tema "Quinta Braamcamp (Barreiro): um património para o desenvolvimento cultural e socioeconómico do século XXI".

Pormenor da exposição. (Fotografia de Jorge Carvalho, 2017)

Esta iniciativa, que se situa no âmbito do projecto de investigação "O Estuário do Tejo e as suas áreas ribeirinhas: estratégias para a sua sustentabilidade", do Centro de Investigação em Território, Arquitectura e Design (CITAD), teve como tema central o conjunto patrimonial situado na Ponta do Mexilhoeiro (Barreiro), designado como Quinta Braamcamp.

No auditório, através do Dr. Fernando da Motta, do Espaço Memória, foi feita uma contextualização histórica da quinta e sua evolução até à actualidade, que agora, pertença da Câmara Municipal do Barreiro, tem o seu plano de reabilitação integrado no projecto de requalificação da autarquia para aquela zona da frente ribeirinha. Proveniente da Universidade TU Delft, na Holanda, veio a Master Architect Ir. Gerdy Verschuure-Stuip que mostrou à audiência as similitudes existentes entre as quintas holandesas e a Quinta Braancamp, da qual deriva o nome da família Braamcamp, holandeses de Amesterdão, cujos descendentes portugueses se estabeleceram naquele espaço do estuário do Tejo. Por sua vez, o Arqt. Paisagista Rodrigo Dias, investigador do CITAD, dissertou acerca das características do desenho daquela quinta de recreio que, pela sua localização, se alinha com a estrutura da paisagem longínqua e próxima, como por exemplo, o Terreiro do Paço ou a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro. O referido investigador abordou, também, os ambientes de produção e exploração agro-pecuária e industrial, através dos diversos equipamentos ali instalados ao longo dos anos, como a fábrica de cortiça, a fábrica de moagem, a fábrica de seda e os moinhos de vento e de maré.

No decurso desta iniciativa, foi inaugurada uma exposição sobre esta quinta de recreio que esteve patente ao público nos dias 18 e 19 de Outubro.

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