Colectivo de arquitectos da Lusíada em destaque na revista "Ípsilon" do jornal "Público".

Autor: Jorge Carvalho/segunda-feira, 26 de junho de 2017/Categorias: Notícias, FAA

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Um grupo de arquitectos licenciados pela Universidade Lusíada, que se juntaram sob o nome de Atelier Rua, esteve em destaque no revista "Ípsilon - toda a cultura", suplemento cultural do diário "Público", do dia 16 de Junho de 2017, com um artigo intitulado "Os Rua, a história de uma geração de arquitectos".

"Os Rua", como gostam de ser chamados, são compostos por 4 arquitectos: Francisco Garcia de Freitas, Luís Costa Valente, Paulo Vieira Borralho e Rui Velho Didier. No ano de 2006, altura em que teve início a crise em Portugal e na Europa, este grupo decidiu juntar esforços e criar uma sociedade que teve as suas fundações nos trabalhos realizados enquanto estudantes da Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa.



À revista Ípsilon, o colectivo refaz a história individual de cada um dos seus arquitectos até ao momento em que se agrupam no atelier como arquitectos-sócios, onde não existe uma hierarquia definida, mas um aproveitamento harmonioso da multiplicidade que as 4 individualidades podem oferecer.

A forma como se constituíram e como trabalham é também o espelho de como a autoria é em arquitectura, cada vez mais, uma questão colectiva, afastando-se da organização habitual dedicada ao atelier uninominal, organizado à volta do arquitecto principal que coordena os restantes. Esta é uma nova e diferente forma de trabalhar de uma geração recente, que foi obrigada a mudar o paradigma dos ateliers tradicionais, face à complexidade de projectar e construir nos tempos actuais.

Entre as suas obras mais importantes, destacam-se o Camping de Abrantes, a Pensão Agrícola em Tavira, a intervenção nos escritórios na Gare Marítima de Alcântara e a Adega Ródão em Sarnadas de Ródão.

Neste artigo, os "Rua" falam ainda dos seus trabalhos recentes que se centram muito mais na reabilitação de edifícios do que na construção nova. Os resultados dos concursos em que se apresentavam nos primeiros anos foram por isso essenciais para a alavancagem deste projecto, que hoje os "Ruavão contornando devido ao aumento da construção movido pelo crescendo da encomenda estrangeira, que querem construir e reabilitar em Portugal, simultaneamente com o reaparecimento de algum investimento privado português.
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